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sexta-feira, 18 de março de 2011

Mais Amsterdam

Acordamos e tomamos o café da manhã com granulado. Isso mesmo, vem chocolate granulado no café da manhã. Aparentemente é para comer com pão e manteiga...

olha o granulado ali atrás

Saímos do hotel, andamos pelos canais. Sentimos cheio de maconha em alguns lugares, mas lembrem-se que não é permitido fumar maconha nem beber álcool nas ruas de Amsterdam. Não dê mole!
Passamos pela Casa de Anne Frank e acho que é o lugar mais visitado de Amsterdam, porque a fila estava enorme! Desistimos de ir, pois íamos perder tempo precioso na fila...
Quando você vai ficar pouco tempo em algum lugar, precisa aprender a PRIORIZAR. Não dá para visitar todos os museus, os parques, tudo que uma cidade grande tem a oferecer em poucos dias. Então pequise bem e priorize o que é mais importante!

Outra dica importante: as ruas com canais são lindas, mas são super movimentadas de bicicletas e também costumam ter pouco espaço para pedestres. Intercale com ruas normais, sem canais.

nossa rua de dia
dia lindo!

Segundo o que eu li, demos muita sorte de ter pego dias bonitos, porque parece que não faz muito sol em Amsterdam não... Fomos no outono e demos essa sorte. Também não estava frio demais.

Voltando ao roteiro: caminhamos até o Vondelpark. Ele é lindo e nele vale a pena alugar bicicleta para andar bastante! Como Tiago não sabe andar de bicicleta, haha, ficamos a pé mesmo e já aproveitamos bastante.

entrada do parque
dentro do parque
um casamento no parque, que lindo!
região do vondelpark

Paramos então, para almoçar em um café na esquina da Alexander Boers Straat (straat é rua, minha gente!), o Pompa. Os preços eram bem justos, eu almocei um sanduíche de queijo feta, tomate seco e pão  ciabatta que me faz ter fome até hoje, haha. E a melhor coisa do café é que tinha uma gata linda que morava ali. E claro que, gateiros que somos, chamamos a gata e bem, as fotos dizem tudo...

linda!
dormindo na minha mochila
*aperta*
Pompa café
Saímos dali e fomos tomar café em outro lugar, porque queríamos usar wi fi e lá não tinha (nerds). Paramos em um café e tomei um chocolate quente mais bonito do que gostoso, mas enfim, pelo menos ficou a foto.

prefiro o da confeitaria cavé...
Fomos caminhando até o Rijksmuseum, que vale a pena ir porque você conhece tudo bem rapidinho, no entanto ele é BEM carinho (acho que 12 euros). Voltamos para o hotel por uma rua sem canal, para ser mais rápido. Não fomos ao Museu do Van Gogh, não ia dar tempo.



No hotel descansamos um pouco e Tiago descobriu um bar para irmos de noite, o In de Wildeman, indo para o Red Light District. Nos arrumamos e seguimos para lá, mais uma vez a pé. É bem fácil andar por lá, tenha sempre um mapa nas mãos. A única coisa que atrapalha é o tamanho/nome das ruas!

O bar estava cheio, #fail, então seguimos para o Red Light District. Achei engraçado, uma vibe Saara do sexo e das drogas. Ruas estreitas, muita gente, cheiros diversos. Andamos um pouco e voltamos em direção ao bar. Paramos para comer batata frita belga, vem em um cone de papel e são deliciosas e enormes. Conseguimos ir até o bar, mas confesso que eu estava cansada demais, era o último dia de viagem e a bateria já estava reclamando. Mas recomendo o bar, tem muitos tipos de cerveja! Só não leve as batatas fritas para lá, não pode entrar comendo. :(

Esqueci de tirar foto essa noite, então o relato acaba assim, sem fotos, haha.

Amsterdam

Vou pular a Bélgica para falar sobre Amsterdam, porque muita gente vem me pedir dicas de lá.
Infelizmente, só ficamos 2 dias lá, então foi um pouco corrido.

Ficamos no hotel Van Onna, que tem ótima localização (fica no quarteirão da Casa de Anne Frank), fica em uma das muitas ruas com canal, com casas e apartamentos super charmosos (dá vontade mesmo de morar por ali). E como eu gosto, dá para fazer bastante coisa a pé. Além disso, o quarto é limpo, simples, mas confortável e o café da manhã era bem gostoso. Ele custou 90 euros por pessoa com café da manhã. Se tiverem com malas pesadas, tentem ficar pelo térreo. É legal que são 3 casas juntas e na recepção tem fotos das obras que foram feitas até ficar como ele está atualmente.
rua do hotel

Não alugamos bicicletas, achamos até um pouco perigoso andar de bicicleta por lá para quem é noobie, porque as pessoas andam super rápido e são abusadinhas!

Bom, chegamos, pegamos um taxi e fomos para o hotel. Tomamos um banho e saímos, vimos alguns bares e coffee shops próximos, mas quisemos ir ao Moeders, restaurante com comida caseira bem indicado e bem pertinho do hotel, mas não conseguimos, estava lotado. A proposta é você comer como se uma mãe holandesa tivesse cozinhado, moeder é mãe. :)
Como estávamos com muita fome, acabamos indo a um restaurante turco na mesma rua. Cara, que comida gostosa! Comemos kebabs, mas vinha um pão delicioso com molhos como entrada, incluído no valor do prato. Valeu muito a pena o achado.

Depois caminhamos um pouco pela volta e fomos para o hotel dormir.

rua do hotel em Amsterdam

entrada de dia


Berlim - último dia

No último dia fomos até a Ikea, loja que eu amo, porque a Pri precisava comprar algumas coisas e eu também queria passear por lá, hahaha. A Ikea é uma espécie de Tok Stok, só que mais barata e com um restaurante dentro. Aproveitamos para experimentar mais uma culinária, a sueca, já que a loja é sueca.

Pegamos o trem e passamos pelo antigo aeroporto nazista, que hoje em dia o pessoal usa para caminhar, correr, fazer churrasco, o que eu achei bem legal. :)

Então, aqui vai o mais esperado do dia: as almôndegas com batata frita e geléia de frutas vermelhas. E a tortinha de amêndoas de sobremesa, nham. Me dá muuuita fome ver essa foto!!

restaurante da Ikea
Nesse dia fomos embora de noite, embarcamos para Bruxelas.

Berlim - dia 5

Nesse dia caminhamos bastante pela região que a Priscila, nossa amiga, mora, o bairro Neukolln. Aproveitamos para fazer umas comprinhas na H&M, que para mim, é a melhor loja de roupas por lá. Uso até hoje as coisas que comprei!

Comemos, finalmente, salsichão alemão em uma dos quiosques que existem na rua. Ele é salpicado com curry e dá pra comer com catchup, só que o catchup lá é diferente do daqui, é menos doce e tem mais gosto de tomate.

Voltamos para casa e ficamos descansando até sairmos a noite. Aí a Priscila e o Andreas queriam fazer uma surpresa para a gente: fomos a um daqueles restaurantes em que é tudo escuro, que você não vê nada, sabe? Primeiro você entra, senta em uma mesa comum e faz o pedido. Depois é encaminhado para o porão, onde todo mundo tem que andar em ordem e segurando no ombro do outro, enfim, tem todo um procedimento para as pessoas não ficarem se batendo lá dentro, haha. Cara, na hora que entrei, deu um baque e me senti sufocada. Ficamos sentados durante uns 5 minutos e eu desisti, não consegui relaxar, me senti muito mal lá dentro, sufocada mesmo. Dizem que é comum, que várias pessoas se sentem assim... Então decidimos sair e fomos a um restaurante coreano, delicioso e super barato lá perto, o Yam Yam, que custava cerca de 7 euros o prato.

meu noodle com tinta de polvo (eu acho, rs)
as tigelas enormes, com acompanhamento ainda
nham!

Berlim - dia 4


Saímos esse dia para caminhar pelo centro da cidade. Era um domingo e estava tudo lotado! Caminhamos bastante pela rua principal até o Brandenburger Tor,  onde vimos um sensacional quiosque móvel de cerveja! Tinha que ter cerveja por aqui... 
O dia estava gostoso, fazia sol e deu até para andar sem casaco. Nem se comparava ao frio dos dias 1 e 2. 
Acabamos entrando somente em um museu, o da história alemã, porque no dia era de graça, afinal, estávamos no aniversário da reunificação da Alemanha (quando caiu o muro de Berlim, em 3 de outubro).
Andamos ali pela região até cansar, é bem bonita. E o museu vale a pena, é impressionante ver a propaganda nazista assim, de forma tão real.

Saímos dali de tarde e aí fomos almoçar. Pegamos o trem para uma parte da Berlim ocidental e almoçamos no primeiro restaurante turco de Berlim. Beeeeem gostoso, recomendo o kebab!

Já saímos do restaurante praticamente de noite e passamos em um bar próximo, das cem cervejas. Tomamos, claro, cervejas (menos a Pri, que tomou fanta, haha). O engraçado é que o bar é tipicamente alemão, então tem até ônibus de excursão que leva o povo para lá, para comer eisenben (joelho de porco), iguaria que passou longe do nosso cardápio!

Depois disso tudo só ficamos de papo em casa e apagamos.



A rua vista de dentro do Museu


Centro lotado no domingo

Nós e o Brandenburguer Tor (hamburguer?!)
Tiago e o quiosque de cerveja (de bicicleta!)



alemão suuuper fácil de ler
O Museu de História Alemã

cardápio mole de ler, hahaha
restaurante turco
Bar das cem cervejas 



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Berlim - dia 3

Nesse dia a Priscila prometeu nos levar a um restaurante vietnamita, ja que em Paris nos fomos em um e pedimos comidas esquisitas, hahaha. Entao seguimos de metro ate a Hermannplatz e fomos em um dos vietnamitas que tem la. Eu e Pri comemos uma especie de salada com macarrao de arroz e frango, meio agridoce e um pouquinho picante so. Tiago se aventurou na carne de porco e eh claro que estava bem mais picante!
De la seguimos para a Alexanderplatz, tambem de metro. Fomos andando para a Igreja St Nicolai em Nicolaiviertel. Achei uma graca esse pedaco, Tiago adorou os ursos vendendo nas lojas, hehehe. E aproveitou para fazer uma medalha de Berlim, nas maquinas. Voce escolhe o modelo e usa uma moeda de alguns centavos que nao me lembro qual, rs, para fazer.
No caminho tambem passamos pela prefeitura, pena que na frente tem muita obra. Alias, em Berlim a gente ve muita obra ainda, parece que ainda estao realmente se recuperando de tudo que aconteceu por la. E eu acho que isso faz a viagem ser mais interessante ainda, voce realmente respira a historia ali.

Bom, voltamos para a Alexanderplatz e como era sabado, tinha uma feira na praca, mas nao tinha nada de muito interessante, exceto uma barraca linda so de babushkas. Entao de la seguimos para a Galeria Kaufhof, uma especie de loja de departamentos com supermercado dentro. Alias, os alemaes sao super orgulhosos de terem inventado as lojas de departamento, entao vemos muitas por la. Inclusive temos como sair direto do metro para dentro de uma na Hermannplatz!
Na Kaufhof comprei meia calca, souvenirs diversos. E compramos paes na padaria, eu comprei um sonho com geleia tipico e a Pri comprou muitos chocolates, que tem umas promocoes boas por la. Tudo delicioso!

Depois dai voltamos para casa para ajudar o Andreas no jantar: o pai dele com a namorada, a irma com o namorado. Todos super gentis e cordeais. O Andreas fez um prato tipico, uma especie de massa caseira com caldo de carne de porco, com a carne ao forno. Muito gostoso! De entradinhas compramos alguns frios mais cedo no mercado e comemos com os paes que trouxemos.  Eu e Tiago levamos aqui do Rio uma cachaca maravilhosa que eu comprei em Paraty: a Corisco. Abrimos ela depois do jantar e fez o maior sucesso, todo  mundo tomou e adorou, tomaram varias doses! No fim todo mundo foi embora e fomos dormir, exaustos.

risonhos no vietnamita

nos no vietnamita

salada de frango

o restaurante
Tiago feliz no supermercado

prefeitura

nos na prefeitura

Nicolaiviertel






igreja St Nicolai



Tiago e os ursos

maquina de fazer medalhas com moedas

nossa medalha

os paes e sonhos da Kaufhof

os queijos da Kaufhof